A todo o tempo e a toda a hora fazemos escolhas: se acordamos cedo ou mais tarde; se vestimos branco ou vermelho; se comemos carne ou peixe; e tudo isto nos passa despercebido pois são escolhas regulares e habituais, quase que camufladas na rotina do dia.
Contudo por vezes temos escolhas mais ambiciosas, e desafiantes para ponderar. Questões profissionais, amorosas, financeiras, etc E qual é a escolha certa? Podemos escolher nada fazer e assim nunca saber o que teria acontecido, ou simplesmente fazer para medir resultados, que serão sempre um retorno positivo do comportamento a seguir ou a evitar.
No passado dia 11 escolhi fazer uma formação mesmo com um nº de formandos reduzido. Se foi a escolha certeira? Acredito que sim pois se considerarmos que o resultado das nossas escolhas é o retorno que obtemos delas, deixo aqui alguns dos testemunhos:
" Obrigada por me ajudarem a concretizar uma mudança e um crescimento, no qual tenho andado a trabalhar. Agora sei os meus reais propósitos, concretizo as minhas intenções, foco-me apenas em soluções e anulo os problemas e escolhi a gratidão como forma de estar na vida" (Florinda)
"Decidi por em pratica todas as ferramentas que tenho dentro de mim, pois antes acabava sempre por me sabotar e voltar á estaca zero; decidi acabar com muitos ciclos fechados de pensamentos limitadores e procrastinadores. Somos muito mais do que o que pensamos...." (Luisa)
Será que fazemos sempre as escolhas certeiras? Como tem avaliado o retorno das suas escolhas? O que tem apreendido com isso? Simples perguntas cuja resposta faz toda a diferença.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
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